O filho mais velho de Inês Antónia e Álvaro Diogo morreu há três meses por ter problemas nas bexigas.
Álvaro tem a promessa de conseguir emprego na construção do convento.
João Francisco está infeliz porque o filho partirá novamente para Lisboa, e o convento dará trabalho a muitos homens.
Blimunda foi à missa em jejum e viu que dentro da hóstia também havia a tal nuvem fechada, isto fez com que Blimunda descobrisse que o que está dentro da hóstia e o que está dentro do homem, ou seja, a religião.
O rei foi a Mafra inaugurar a obra do convento onde houve festividades da inauguração da construção do convento e do lançamento da primeira pedra (três dias), a ter lugar numa igreja–tenda ricamente decorada e com a presença de D. João V.
Baltasar Sete-Sóis e Blimunda conseguiram lugar na igreja. No dia seguinte formou-se a procissão, e o rei apareceu. A pedra principal foi benzida; foi tanta a pompa que gastaram-se nisso duzentos miI cruzados. Partiram Baltasar e Blimunda para Lisboa. Blimunda e Sete-Sóis dormem na estrada: Por fim chegaram à quinta onde esperariam o padre voador. Mal chegaram, choveu.
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